As tendências para o mercado de CFTV

 

Por Eng. Claudio de Almeida

 

De acordo com um relatório recente do IHS, espera-se que 2014 termine com um crescimento de 12% no mercado de CFTV em relação ao ano anterior.

 

Porém, o número excessivo de opções e a baixa demanda está cortando os lucros dos fabricantes, distribuidores e integradores.

 

Para sobreviver neste mercado tão competitivo, é necessário considerar no que apostar, para onde dirigir seu negócio. Veja no que vale a pena investir agora ou esperar para ver no que dá.

 

Este foi um dos primeiros artigos que escrevi para o site do Instituto CFTV.

 

Passado um ano, veja o que realmente aconteceu, se essas previsões se concretizaram ou não.

 

Resolução 4k

Previsão:

 

A resolução 4K, ou UHD (Ultra-High Definition), que oferece até 4 vezes mais pixels que a resolução Full HD, está se tornando cada vez mais popular nos aparelhos de TV comerciais e, como o mercado de CFTV costuma seguir o mercado de TV profissional - como aconteceu com a TV Digital, que impulsionou o lançamento das câmeras Full HD - já começaram a surgir as primeiras câmeras 4K.

 

Porém, devido aos problemas de custo, necessidade de maior largura de banda, armazenamento, etc., especialistas do mercado de CFTV acreditam que ainda deve levar cerca de 2 a 5 anos para que o UHD se torne tão popular nos sistemas de CFTV como hoje é o Full HD.

 

O que aconteceu:

 

O número de aparelhos de TV 4 K postos à venda vem aumentando consideravelmente porém, até o momento, não temos nenhuma emissora transmitindo em 4K e os disco Blu-Ray 4K estão sendo prometidos somente para o Natal.

 

Já na área de CFTV, já temos mais fabricantes estão anunciando câmeras 4K. Porém, todas são câmeras IP, que na verdade são câmeras de 8,3 Megapixels (3840 x 2160 pixels de resolução) que foram erroneamente rebatizadas como 4K para acompanhar

essa nova onda do mercado.

 

Digo erroneamente porque, como já expliquei em outros artigos deste site, resoluções Full HD e Ultra HD (4K) não se referem apenas à resolução da imagem, mas também à taxa de exibição, que deve ser de no mínimo 30 fps.

 

As imagens que assistimos hoje em nossas TVs digitais, chegam à nós na resolução de 1920 x 1080 pixels a 30 fps

 

As denominações FHD ou UHD são dadas ao sistema como um todo, não apenas à câmera, pois não importa o que sai da câmera, o que importa é o que chega na outra ponta.

 

Sendo assim, um sistema 4K (UHD) é aquele que oferece uma resolução de  3840 x 2160 pixels a 30 fps no destino, coisa que dificilmente um sistema IP vai conseguir oferecer.

 

A CCTV Alliance, ciradora dos sistemas HD sobre cabos coaxiais, está prometendo a versão HDcctv 3.0 para 2016, que vai contemplar sistemas com resolução 4K ou superior  utilizando cabos coaxiais.

 

Câmeras portáveis

 

Previsão:

 

Em um estudo feito na Califórnia, durante um ano policiais portaram câmeras que gravavam qualquer interação que eles tivessem com o público. Isso resultou em uma redução de cerca de 88% nas reclamações contra policiais.

 

Também conhecidas como body cameras ou câmeras de vestir, elas estão se tornando cada vez mais populares e já começam a ser adotadas pela polícia de Londres, Nova York e até pela polícia de São Paulo.

 

Mas também existe um grande mercado para elas em aplicações de segurança como, por exemplo, seu uso por vigilantes, monitores de escolas, etc.

 

Além dos modelos dedicados à segurança, as sportcams também estão sendo usadas com essa finalidade.

 

 

O que aconteceu:

 

As câmeras de vestir estão realmente se tornando mais populares, mas não na velocidade esperada. É um mercado que está crescendo, porém ainda lentamente.

 

E o Google Glass?

 

Quando escrevi este artigo, ele era a sensação do momento, parecia que ia se tornar um sucesso estrondoso mas, de repente, não se falava mais nele.

 

Os comentários eram que seu grande problema eram as baterias, de pouca duração.

 

Bem, ele não morreu, mas mudou de nome: Agora se chama Project Aura, após seu fracasso inicial ter custado o cargo de Chris O' Neill, seu CEO.

 

Atualmente, o Google Glass só pode ser adquirido por parceiros estratégicos da indústria automotiva, do setor médico ou por outros grandes fabricantes de equipamentos eletrônicos, mas não há informações claras sobre o assunto, deixando o Glass ainda mais na penumbra.

 

PSIM

 

Previsão:

 

Entende-se como PSIM (Physical Security Information Management - Gerenciamento de Informações de Segurança Física) a tecnologia que permite o gerenciamento de vários sistemas de segurança — CFTV, Controle de Acesso, Alarmes, Automação Predial e Análise de Dados — através de uma única interface.

 

É um setor em crescimento, com um faturamento anual estimado em 200 / 300 milhões de dólares, com previsão para US$ 2- 3 bilhões em 2020.

 

O que aconteceu:

 

Sua aplicação tem se voltado para grandes projetos, como era de se esperar. Como por exemplo, em uma solução para monitoramento de segurança e ambiência do Banco do Brasil, onde o projeto básico pede a integração de:

 

- Sistema de CFTV;

- Sistema de Detecção de Intrusão/Incêndio;

- Sistema de resposta a intrusão/incêndio;

- Sistema de Controle de Acesso Físico;

- Sistema de Controle de Acesso a Cofre/Casa-forte;

- Sistema de automação predial.

 

Drones

 

Previsão:

 

A princípio, eles eram muito caros, utilizados apenas pelo exército para espionar o território inimigo e até lançar bombas.

 

Agora que seu preço ficou bastante acessível, já estão sendo utilizados para fins comerciais e entretenimento. Levantamento aerofotogramétrico (mapeamento de locais), delivery e até filmagem de casamentos são algumas das opções.

 

Mas os drones também têm um grande mercado na área de segurança, para ronda ou vigilância aérea de locais de difícil acesso.

 

O problema é que, por outro lado, eles também podem ser usados para espionar empresas e até em ataques terroristas...

 

O que aconteceu:

 

Estão realmente se tornando cada vez mais populares, com várias empresas de e-commerce considerando sua utilização na entrega de encomendas porém, ainda não tiveram uma grande evolução na área de segurança.

 

HD CCTV

 

Previsão:

 

O formato HDcctv 1.0, em que se baseia a tecnologia HD-SDI, não teve muita aceitação. Talvez por não ter feito uma boa campanha de marketing, por custar o equivalente às câmeras IP, ter limitação de distância e exigir cabos coaxiais de boa qualidade.

 

Porém, com a introdução do HDcctv 2.0, em que se baseiam os formatos HD-CVI, HD-TVI, HD-MDI e AHD, o IHS espera que as vendas de equipamentos HDcctv passem os US$ 500 milhões em 2014. Este novo formato, onde o custo das câmeras é inferior ao das câmeras IP — pouco acima do custo das câmeras analógicas —, permite levar o sinal de vídeo HD ou Full HD a até 500m de distância e enviar sinais de controle (tipo Coaxitron) por cabos RG59 comuns., ou por cabos UTP, no caso do HD-MDI.

 

Por esse motivo, acredita-se que o HDcctv 2.0 vai pegar a fatia de mercado das câmeras IP até 2 Megapixels, pois as imagens chegam ao destino com resolução Full HD, o que significa 1920x1080 pixels a 30fps, taxa de frames difícil de ser conseguida em um sistema IP sem um bom investimento em câmeras, switches e servidores.

 

O que aconteceu:

 

O HDcctv 2.0 realmente decolou, tirando a fatia de mercado das câmeras IP  até 2 Megapixels, como se previa, e praticamente eliminou  do mercado os DVRs puramente analógicos.

 

Video Analytics

 

Previsão:

 

Quando se tem muitas câmeras para monitorar, fica difícil para os operadores detectarem, apenas visualmente e no meio da movimentação normal dos locais monitorados, quais eventos requerem que alguma ação seja tomada. Além disso, um estudo demonstrou que a concentração de um ser humano cai bastante após 20 minutos olhando para o mesmo local.

 

Por esse motivo, os softwares que contemplam recursos de Video Analytics (análise de vídeo) estão se tornando cada vez mais populares. Detecção de objetos esquecidos, leitura de placas, reconhecimento facial, contagem de pessoas, veículos, são algumas das funções onde a análise de vídeo ajuda o operador no monitoramento de imagens e identificação de eventos.

 

Uma das últimas tendências é sua aplicação na área de marketing. Através das câmeras instaladas em uma loja, o software de análise de vídeo consegue mostrar quais são os pontos mais visitados e os corredores por onde os clientes mais passam, ajudando o lojista a posicionar melhor seus produtos e até a alterar o layout da sua loja.

 

O que aconteceu:

 

Como se previa, têm surgido cada vez mais softwares que contemplam recursos de Video Analytics, mas, como seu custo ainda é alto, continua voltado para grandes aplicações.

 

Cloud Computing - VSaaS

 

Previsão:

 

A computação em nuvem (Cloud computing), é uma tecnologia onde os dados são centralizados em um data center e podem ser acessados por um Web browser. Equipamentos como DVRs, NVRs e softwares de acesso não são mais necessários. Para monitorar e controlar suas câmeras, o usuário só precisa fazer login em um website. Por esse motivo a computação em nuvem aplicada á área de CFTV também é chamada de VSaaS (Video Surveillance as a Service - Vídeo Vigilância como um Serviço).

 

Cloud Computing é uma área em pleno crescimento, porém quando o Mark Snowden revelou que a NSA estava invadindo dados confidenciais de empresas e pessoas, 88% das empresas que já estavam decididas a transferir seus dados para as nuvens voltaram atrás e estão repensando como aderir à essa tecnologia sem comprometer seus dados, provavelmente através de criptografia e restrição da movimentação de dados.

 

O que aconteceu:

 

O Cloud Computing está se tornando cada vez mais popular, porém não se ouve falar de muitas empresas que decidiram passar a gravação de seu sistema de vigilância para a nuvem.

 

Edge recording

 

Previsão:

 

Pode ser livremente traduzido como gravação na origem, onde a própria câmera grava e processa as imagens. A análise de vídeo também pode ser feita na própria câmera e os dados resultantes da detecção de movimento podem ser armazenados localmente e transmitidos para os servidores somente quando o evento for confirmado, o que reduz dramaticamente o consumo de banda e diminui o risco das imagens serem perdidas devido a uma falha de conexão (redundância). Algumas câmeras do mercado já possuem conectores USB que aceitam HDs externos de até 1 Terabyte.

 

O que aconteceu:

 

A tendência que agora está se formando para câmeras IP é que, além do edge recording, elas estão trazendo cada vez mais  funções do VMS para dentro de si.

 

CFTV IP vai passar o analógico?

 

Previsão:

 

Uma pesquisa feita pela IMS Research mostrou que as câmeras analógicas representaram 87% das vendas de câmeras de CFTV em 2013. No Brasil, 60% do mercado é analógico, 10 % é HDcctv e 30% é IP.

 

A explicação para isso é que o mercado de CFTV para pequenos e médios clientes é mais sensitivo a preços do que o mercado profissional e normalmente utiliza não mais do que 32 câmeras por cliente. Portanto, não se espera uma transição significativa do vídeo analógico para IP dentro dos próximos cinco anos.

 

O que aconteceu:

 

Não só as câmeras IP não conseguiram superar os sistemas analógicos como estão sendo praticamente dizimadas pelos sistemas analógicos HD.

 

Home Automation

 

Previsão:

 

Se você vende home automation e seu sistema não contempla segurança, trate de atualizá-lo.

 

Existe uma tendência no mercado em se integrar sistemas de segurança a sistemas de home automation, integrando-se funções de alarme e monitoramento de câmeras no mesmo software que controla a iluminação, o som e outros equipamentos das residências, que também pode ser acessado remotamente pelos smartphones.

 

O que  aconteceu:

 

Cada vez mais  as empresas de automação estão empenhadas na integração com sistemas de segurança.

 

Prova disso é que a programação do congresso da SIA para a próxima ISC Brasil está dedicando um dia inteiro de palestras para a área de automação.

 

Para os outros dois dias , fui convidado pela SIA para ajudar a definir a grade de palestras, onde decidimos  que o primeiro dia será sobre tecnologias HD e o segundo, sobre Cabeamento para CFTV.

 

Para esses dois dias, também fui convidado para fazer as palestras de abertura.

 

A grade de palestras ainda está se formando, empresas estão sendo convidadas, mas você poderá acompanhar o processo acessando este link:

 

http://siabrasil.org/congresso2016_intro.html

 

 

O fim do DVR

 

Previsão:

 

Não. Nem de todos. Estou me referindo apenas àqueles DVRs stand alone, padrão rack 19”, com no mínimo 2 Us de altura, que aceitam 4 HDs ou mais, com saída de vídeo loop-through para cada entrada, mas que gravam no máximo à resolução D1. Estes sim, estão com os dias contados e já começam a ser substituídos por dois concorrentes fortes:

 

- Os DVRs híbridos que, além de terem entradas analógicas, também aceitam câmeras IP. Para quem ainda tem câmeras analógicas e deseja expandir seu sistema, com a possibilidade de incluir câmeras com resolução superior à D1 – as Megapixel IP –, estes DVRs são a melhor opção.

 

- Os DVRs HD-CCTV (HD-SDI, HD-CVI, HD-TVI, etc.), que gravam em Full HD, mas com as câmeras se conectando a eles através de cabos coaxiais.

 

Já aqueles DVRs mais simples, mais baratos, de tamanho menor, que aceitam no máximo 2 HDs, utilizam fonte externa, alguns até já gravando em 960H (resolução HD1), irão permanecer no mercado por mais tempo, pois têm seu público fiel no mercado residencial, varejo e pequenas indústrias.

 

O que aconteceu:

 

Conforme a previsão feita, ninguém mais está instalando DVRs analógicos. Nem mesmo os mais baratos.

 

Porém, os DVRs híbridos analógicos/IP, que eram a primeira previsão, não vingaram.

 

Quem tomou conta do mercado foram os DVRS tríbridos das tecnologias HD, que aceitam câmeras analógicas, HD ou IP.

 

Dois novos mercados onde vai valer a pena investir

 

O mercado de CFTV profissional para grandes clientes está saturado, com muitas empresas grandes competindo por poucos clientes, forçando que a busca de novas oportunidades seja direcionada para os mercados abaixo:

 

SMB

Previsão:

 

SMB (Small and Medium Business - Pequenos e médios negócios) é um deles. É basicamente o mercado que busca preço e normalmente não utiliza mais do que 32 câmeras. É a fatia de mercado que sustenta o vídeo analógico e, proporcionalmente, é bem maior do que o mercado de grandes clientes.

 

O que aconteceu:

 

Este é o único mercado que não sofreu com a crise.

 

Nas visitas que tenho feito em distribuidores pelo Brasil para ministrar palestras, tenho encontrado lojas sempre cheias, vendendo muito.

 

Pelos 3 grupos de CFTV que acompanho pelo WhatsApp, percebo que a maior parte das instalações são em condomínios e pequenas empresas cuja demanda é basicamente de:

 

- DVRs e câmeras da tecnologia HD;

 

- Automatização de portões;

 

- Centrais de portaria;

 

- Controle de Acesso;

 

- Sistemas de CFTV via rádio;

 

- Serviços de central de monitoramento.

 

Consumidor final

 

Previsão:

 

A popularização do smart phone e da computação em nuvem fez com que ficasse muito fácil monitorar remotamente as imagens de uma câmera IP instalada em sua casa. Mostrar as imagens da sua casa no seu celular para um amigo é o tipo de novidade que vai fazê-lo ficar louco para ter um sistema igual ao seu.

 

Então vai valer à pena investir em câmeras IP baratas e do tipo faça você mesmo, pois o consumidor final quer um sistema que ele possa instalar sozinho, sem precisar contratar um instalador.

 

Ir do mercado profissional para o de consumo significa mudar de produtos altamente customizados e em pequenas quantidades para produtos simples, fáceis de instalar e grandes quantidades.

 

O que aconteceu:

 

Realmente, mais e mais clientes finais estão querendo ver as imagens remotamente em seus smartphones.

 

O que a previsão errou é que a maioria não está querendo ver as imagens de câmeras IP remotamente, mas de DVRs HD.

 

Como o preço dos DVRs HD está bem competitivo, o mercado está percebendo que vale mais a pena instalar um DVR HD com 4 ou mais câmeras do que uma câmera IP.

 

Câmeras Fisheye – 360°

 

Previsão:

 

Espera-se um grande crescimento na popularidade das câmeras 360° para os próximos anos, inclusive no mercado de segurança residencial.

 

O que aconteceu:

 

Mais fabricantes passaram a oferecer câmeras 360°, porém isso não fez com que se tornassem mais populares.

 

Talvez seu preço maior ou a necessidade de software e hardware mais robusto para poder visualizar as imagens sem muito delay foram os empecilhos encontrados.

 

Outro empecilho pode ter sido a baixa resolução das imagens resultantes, o que só torna essas câmeras  interessantes a partir de 10 Megapixels de  resolução, caindo nos problemas do parágrafo anterior.

 

Eu já  havia previsto e calculado essa perda de resolução neste artigo: Câmeras Fisheye

 

Crowd-sourced video

 

Previsão:

 

No atentado a bomba da maratona de Boston, a polícia utilizou centenas de imagens gravadas por celulares de pessoas que estavam assistindo ao evento para identificar os envolvidos. Isso é o que se chama de crowd-sourced video, onde as imagens se originam de gravações feitas por pessoas comuns em câmeras e celulares.

 

O que aconteceu:

 

Cada vez mais está se gravando ou fotografando tudo que acontece. Ou seja, a chance de se fazer algo publicamente sem ser filmado é cada vez menor.

Câmeras térmicas

Previsão:

 

Ainda não são baratas, mas estão sendo cada vez mais utilizadas, o que está fazendo seu custo cair. Na área de segurança, elas podem visualizar movimentação de veículos e pessoas em matagais, florestas, à noite, sob neblina, etc. Dependendo da aplicação, seu custo pode ser facilmente justificado.

 

O que aconteceu:

 

Sua utilização aumentou timidamente, pois seu custo ainda é alto.

 

Soluções completas

 

Previsão:

 

À medida que mais sistemas se baseiam em aplicações em rede, os fornecedores de produtos não podem continuar vendendo apenas produtos, têm que passar a oferecer soluções completas, para atender as complexas necessidades dos sistemas baseados na tecnologia IP.

 

Portanto, os fabricantes e distribuidores devem investir no domínio da tecnologia de rede, pois os integradores vão passar a exigir soluções, não apenas produtos.

 

Isso tem causado grandes dificuldades para as empresas que importam produtos IP da Ásia, pois esses fornecedores normalmente só estão interessados em vender, sem qualquer tipo de suporte em projetos ou na instalação. Com isso, os grandes fabricantes mundiais estão se tornando os preferidos dos integradores em projetos baseados em tecnologia IP, pois estão mais capacitados para oferecer uma solução completa.

 

 

O que aconteceu:

 

Provavelmente foi essa falta de suporte nas opções mais baratas que fez com que o mercado se concentrasse ainda mais nas soluções HD analógico, fazendo com que soluções com câmeras IP continuem voltadas para grandes clientes e grandes marcas.

 

 

 

Ago/2014

Nov/2015

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